Análise quantitativa e análise qualitativa: descubra as diferenças entre elas

Análise quantitativa X análise qualitativa: quais são as diferenças entre elas?

A análise quantitativa e a análise qualitativa são fundamentais para o desenvolvimento da gestão de qualquer negócio. Mas quais são as diferenças entre elas e como aplicá-las na prática? Descubra agora!

Independente do segmento em que o negócio atua, todo gestor deve ter entre suas prioridades a definição de pilares de desempenho e maneiras de analisá-los com precisão.

Essas métricas são basicamente o termômetro que mostra se a empresa está indo bem ou mal e se alcançará seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Com isso em mente, existem duas formas de medir essa performance: a qualitativa e quantitativa. Continue a leitura deste conteúdo e conheça a importância, diferenças e como aplicar cada uma delas.

Análise quantitativa e análise qualitativa: quais são as diferenças?

A análise quantitativa, como seu próprio nome sugere, se baseia em uma metodologia que envolve números e cálculos e desempenhos que podem ser medidos de maneira exata.

Já a análise qualitativa tem fundamento em experiências, ideias e até narrativas que possam contribuir para a melhoria contínua de um projeto ou empresa.

Quando utilizar a análise quantitativa?

A análise quantitativa será usada para medir o desempenho de uma determinada área, projeto ou trabalho de forma exata, o que engloba dados concretos e, principalmente, números.

Essa é uma forma de visualizar o panorama de maneira mais precisa e pode ser usado em atividades como:

Quando utilizar a análise qualitativa

Você irá utilizar a análise qualitativa quando além de precisar medir o desempenho de algo de forma assertiva, ter também o objetivo de descrevê-lo e mapear pontos de erros e acertos.

Por exemplo, após checar os resultados das vendas do seu negócio no último mês (quantitativo), você pode analisar toda a mecânica de captação, abordagem e relacionamento com os clientes e criar hipóteses para melhorar esses números com ideias mais subjetivas (qualitativo).

A pesquisa qualitativa pode ser usada para:

Quando as duas análises se unem?

Pense o seguinte: tudo o que pode ser metrificado surge de uma ideia e esses mesmos dados, apesar de exatos, são analisados e interpretados. Ou seja, análise quantitativa e análise qualitativa caminham juntas em muitas situações.

Por exemplo, imagine o planejamento de uma oficina para o ano, o que inclui gastos fixos, variáveis, faturamento, gestão de carteira de clientes, fornecedores e funcionários e muitos outros fatores. Como as duas análises se complementam?

Qualitativo e quantitativo juntos na oficina

No que se refere ao quantitativo, é preciso fazer um levantamento sobre o desempenho da oficina no último ano, definir novas metas e corrigir os erros cometidos anteriormente. Podemos dizer que aqui praticamente tudo envolve número. Afinal, estamos falando do quanto foi faturado, gasto e quanto se pretende faturar levando em consideração esse cenário.

Porém, mesmo com todos esses pontos documentados, será preciso elaborar um plano de ação executável, criar uma estratégia consistente para ele e a partir disso definir quais serão as próximas metas a serem alcançadas, e é aí que tudo se encaixa.

Nesse caso, o qualitativo pode ser usado tendo como ponto de partida o quantitativo, pois irá levantar hipóteses e mostrar alternativas visando a melhoria dessa oficina por meio de ideias mais subjetivas, como  comunicação, abordagem aos clientes, negociação com fornecedores, implementação de uma cultura organizacional movida a resultados e afins.

Resumindo, o quantitativo mede o desempenho da oficina de forma exata e o qualitativo serve para interpretar esses dados de diferentes maneiras e gerar ideias para melhorá-los.

Por falar nisso, descubra agora como aplicar o método SMART na oficina e melhore suas análises e desempenho!

Crédito da imagem: rawpixel.com / Freepik.

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